quinta-feira, 26 de novembro de 2009

CAMINHOS


O vento me chama, eu sigo
o vento é consolo, é amigo
passado, futuro e presente


Prossigo os dias ainda silente
Divago na vida, quase ausente
Eu e minha dor latente.


Enveredei assim só e sem mim
Devorei verdades, rusgas sem fim
Demorei a ver a crueza senciente


Meus passos são firmes, seguros
e ando sem medo do escuro
nos caminhos do vento regente


Caminhos tantos no meu presente
Sigo ansiando que o futuro seja prudente
E me reserve um rumo mais contente.


Foi bom o retorno deste andar
as ignotas falhas a verificar
em transe de ser quase onisciente!


Amélia de Morais, Viviane Ramos e Anorkinda


.........

4 comentários:

Pedro Antônio disse...

Linda poesia!

Parabéns!

Pedro Antônio
www.atorremagica.blogspot.com

ANORKINDA NEIDE disse...

Obrigada querido, nesta poesia, preciso dividir o crédito com duas lindas meninas...rsrsrsrs

Rodrigo Arcadia disse...

tah gostosura por aqui querida li de tacada seus recentes poemas, bom demais da conta.

ANORKINDA NEIDE disse...

Obrigada Rodrigo...
sabe né...nem sao os recentes q posto...sao os antiguinhos...rsrsrsrs

bjsssssss